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26 febreiro 2009
Estampas electorais: Quintana
Sem dúvida, o óscar á melhor película das eleiçons galegas.
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quintana
24 febreiro 2009
Estampas electorais: Feijoo 009
Con esta campanha:
este candidato
e a película de espias e corrupção que se tenhem no PP:
Era inevitável fazer algo assi:
O maletim de Special Events parece que vem de série com o carné do PP.
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e a película de espias e corrupção que se tenhem no PP:
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O maletim de Special Events parece que vem de série com o carné do PP.
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21 febreiro 2009
19 febreiro 2009
Estampas electorais: Rosa Díez
A risco de ser considerado machista e misógino por fazer escárnio de génerovejo-me obrigado a reconhecer as virtudes da Nom-Candidata ás eleições galegas Rosa 10. Estas virtudes som sobrada-mente conhecidas por que são cantadas por trovadores ilustres a través de diferentes médios de comunicação.
Rosa Díez é tolerante, e por isso o seu decálogo para Galicia está em castelão e, depois, em galego. Primeiro vai em castelão porque para isso é a língua comum, o que já nom se entende é que, se realmente é a língua comum ¿porque o pom em galego despois? por se há alguém que nom é comúm? é dizer, os que fagam o scroll de todo o texto para chegar ao galego som seres fora do comum? Pero nom o tinham entendido já em castelão? entom para que o querem ler em galego outra vez? Rosa 10 deveria unir e progressar máis democraticamente nas próximas eleçons e ponhé-lo só em castelám. Uma língua elegida democraticamente no conjunto do Estado nos levaria mais rápidamente ao progresso, digo eu.
Rosa 10 é constitucionalista, e por isso se quere cargar o sistema de financiamento basco e navarro, fruto de uma história de Espanha completamente equivocada e que lhe colaram de esguelho os pérfidos separatistas aos pais da carta magna.
Rosa 10 é progressista, e por isso propõe que as Caixas de Aforros deixem de estar "politizadas", precisamente agora que muitos economistas, reaccionários todos eles, recomendam fazer precisamente o contrário e intervir incluso nos Bancos.
Si. Rosa 10 é a mulher perfeita. Gora Rosa 10.
18 febreiro 2009
Discurso
Queridos cidadáns, queridas cidadás:Agora colha-se o discurso anterior, ponha-se na boca de qualquer candidato, e comprove-se se resulta dissonante.
As eleccións do próximo dia 1 de marzo son de unha transcedental importáncia. En elas non se decidirá únicamente ao próximo presidente da Xunta, non se elixirá únicamente aos próximos compoñentes do Parlamento Galego. Non, amigos , non. O que está en xogo é algo muito mais importante. ¡O que nos xogamos o dia 1 de marzo é a validación de un proxecto de futuro, un proxecto que situe aos galegos na senda dos logros mais importantes do século 21, un proxecto integrador, que asuma posicións importantes nas nosas opcións de desenvolvemento, e que contribúa á correcta determinación das opcións básicas para o éxito das xeracións vindeiras. Ou polo contrário, un proxecto caduco, sen ideas, impreciso e indefinido que non contribuirá a sacarnos da crise na que vivimos!
Quenes pretendan conducir o momento actual pola senda da improvisación sen poñer as bases para unha correcta consolidación das estructuras, perxudicando así a percepción da importancia coiunturalmente implícita nos conceitos de participación e integración social, non poden ter o apoio do pobo galego. ¡Os galegos e as galegas saben que o que realmente precisan e alguén que execute con man firme unha política baseada en principios sólidos que nos proxecte no mundo e que non nos aille del, unha política para os cidadáns e non para as institucións, unha política que asegure uns servizos públicos de calidade, con unha educación normalizada, con unha sanidade efectiva e con un aproveitamento dos recursos do presente que non comprometan os recursos de futuro.!
Por que amigos, chegados a este punto, todo o mundo é xá consciente de que non é o mesmo a ósmose da praxe, que a intelequia reciclada do guarismo inapetente, e polo tanto non nos podemos dar por satisfeitos .
Muitas grazas.
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16 febreiro 2009
vota NULO, o voto útil!!

Com a incrível qualidade dos candidatos nas eleições da Galiza, não tenho escolha, devo ussar imaginação.
Se voto algum dos partidos com possibilidades que corro o risco de lamentá-lo ao minuto e sair a chorar desconsoladamente do colégio eleitoral.
Se voto em branco vou fazer que aos partidos minoritários, como a Esquerda Unida, que já o têm bastante complicado neste país, ainda o tenham um pouco mais difícil. Porque o que faz um voto branco é exactamente isso: prejudicar às minorias.
Se não vou votar alguns diriam que então não terei qualquer direito de protestar (menuda estupidez) e os profissionais da política acrescentariam uma vítima mais no seu objectivo não declarado de que ficarmos todos fartos e deixá-los a fazer.
Por isso, paradoxal que possa parecer, a minha única opção válida é o voto nulo. Votando nulo consego participar activamente, não prejudico às minorias e não dou permissão para qualquer das partes para que me tomem o pelo. Alem disso tenho a certeza de ganhar, porque seja qua for o resultado um nulo vai ganhar eleições. Isso com certeza.
A única coisa que devo fazer é distinguir o meu voto, nulo intencionalmente, de outro que só é produto de um erro. E aqui achei a ideia perfeita (obrigado Luis). Trata-se de fazer alguns autocolantes como a foto de ao lado de identificar a papeleta. Por se alguem se quere unir, aqui deixo-vos com um pdf para imprimir os autocolantes para aqueles que querem ir tuneando cartazes do seu candidato preferido.
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13 febreiro 2009
Voto Inútil Returns
Como hoje começa a campanha ás eleições galegas, recupero um velho post que já ussara nas últimas estatais, embora daquela o figera a posteriori dos resultados eleitorias. Ainda que a minha opção é o voto nulo (que explicarei amanhá), o de hoje vai sobre outro tipo de voto: O Voto Inútil, em contraposiçom ao voto útil que tanto pregoam os candidatos maioritários. O verdadeiro voto inútil está maioritarimente nos principais partidos. A demonstraçom é ista:
Uma das cousas que se escoita a menudo antes das eleições é que se vai votar a tal ou qual partido maioritário porque se nom o nosso voto será um voto inútil. A gente supõe que, ao nom ter a sua opção preferida nenguma possibilidade de sacar um escano, o seu voto nom se contará e se tirará ao lixo.
Como em tantas outras cousas baseadas únicamente em crenças e nom em dados, estas suposições estam cheias de erros. O feito de que estes erros sejam continuamente cacarejados por os políticos e os media (que nom podem de nenguma maneira ser ignorantes ao respeito á realidade do sistema eleitoral), fai pensar que quiçá pretendam que a gente insista em o seu erro por que isto favore-os. Quiçá...
Estes erros tão repetidos som os seguintes:
Uma das cousas que se escoita a menudo antes das eleições é que se vai votar a tal ou qual partido maioritário porque se nom o nosso voto será um voto inútil. A gente supõe que, ao nom ter a sua opção preferida nenguma possibilidade de sacar um escano, o seu voto nom se contará e se tirará ao lixo.
Como em tantas outras cousas baseadas únicamente em crenças e nom em dados, estas suposições estam cheias de erros. O feito de que estes erros sejam continuamente cacarejados por os políticos e os media (que nom podem de nenguma maneira ser ignorantes ao respeito á realidade do sistema eleitoral), fai pensar que quiçá pretendam que a gente insista em o seu erro por que isto favore-os. Quiçá...
Estes erros tão repetidos som os seguintes:
- - “É que senom, nom contan os votos”. MENTIRA. Todos os votos se contam. O que nom se fai é meter no reparto de escanos a aqueles que nom cheguen ao 5% dos votos totais válidos, porque, de todas maneiras, o teríam muito difícil para conseguir escano a nom ser que nom houvesse maiorias claras. Pero contar, contam-se TODOS.
- - “É un voto tirado ao lixo”. CERTO, pero tíranse ao lixo exactamente igual que todos, excepto os de aquelas mesas nas que haja reclamações ou os votos sobre cuja validade exista algum tipo de dúvida. Estes, e só estes, som remetidos á Junta Eleitoral de Zona para que delibere e decida.
- - “E que é um voto inútil por que total no vam sacar nada”. MENTIRA. A condiçom de voto inútil nom a dá votar a um partido minoritário. Se poidésemos fazer com os votos igual que se fai com as andorinhas para estudar os seus fluxos migratórios encontraríamo-nos com surpresas. Fagámo-lo figuradamente. Vamos pôr-lhe um anel ao voto de um eleitor do tipo “anti-voto inútil” que vote a um partido maioritário na província de A Corunha.
As cinco primeiras forças políticas de esta circuncripçom foram, respeitivamente: PP, PSOE, BNG, IU e Voto Branco (estes dous últimos separados únicamente por 2500 votos). Excluirei á força “Voto Branco” pola escassa solidez do seu candidato.
Se fazemos a tábua correspondente ao reparto de escanos segundo a Lei D’Hont quedaría-nos o seguinte (clic para ampliar o quadro):
Se fazemos a tábua correspondente ao reparto de escanos segundo a Lei D’Hont quedaría-nos o seguinte (clic para ampliar o quadro):

A Lei D’Hont consiste em dividir progressivamente o total de votos de cada candidatura polo número de escanos em jogo. É dizer, se há 5 escanos e um partido obtem 1000 votos, estes 1000 dividiranse desde 1 até 5 (1000/1, 1000/2, 1000/3, 1000/4 e 1000/5). O que se fai depois é atribuir aos quocientes maiores o escano correspondente. Esto está melhor explicado no enlace que vos deixo á Wikipedia.
Bem, como se ve na táboa que ponho mais arriba ao BNG sobrárom-lhe em Corunha 17.523 votos para facer-se com o escano que obtivo. Bastaria-lhe com obter um só voto máis que a casilha 4 do PSOE para ter o único escano que obtivo. Poderia-se dizer que 17523 votos do BNG na província da Corunha foram inúteis.
Da mesma maneira no PP há 23.833 votos inúteis e no PSOE 17.306 votos inúteis. É dizer, se cada um de este partidos deixa-se de receber este número de votos o resultado manteria-se inalterável. Exactamente igual. Consequência: há mais votos inúteis no PP, no PSOE e no BNG que em IU.
Se o nosso votante “anti-voto inutil” visse que o seu voto debidamente marcado cae na bolsa de éstes votos sobrantes, estaria na situaçom de que a raçom que o levou a votar a um partido que nom o convence já nom serve, mas com o agravante de que os políticos de isse partido se ocuparam de ussar o seu voto para dizer “... e ademais subimos em votos!!!”. Pobre votante “anti-voto inutil!!!! nom só o seu voto resulta ser inútil a efeitos práticos se nom que se torna útil a efeitos perversos!!!.
Esto passa por nom tomarse a sério isso de que as “urnas som a expressom da vontade do povo”. Cada quem deveria de votar sempre o que considere máis próximo ás suas ideias. Nom facé-lo tem como consequência um bipartidismo que nom é outra cousa que a perpetuaçom no poder de uma oligarquia elitista.
Apanhados estamos.
Bem, como se ve na táboa que ponho mais arriba ao BNG sobrárom-lhe em Corunha 17.523 votos para facer-se com o escano que obtivo. Bastaria-lhe com obter um só voto máis que a casilha 4 do PSOE para ter o único escano que obtivo. Poderia-se dizer que 17523 votos do BNG na província da Corunha foram inúteis.
Da mesma maneira no PP há 23.833 votos inúteis e no PSOE 17.306 votos inúteis. É dizer, se cada um de este partidos deixa-se de receber este número de votos o resultado manteria-se inalterável. Exactamente igual. Consequência: há mais votos inúteis no PP, no PSOE e no BNG que em IU.
Se o nosso votante “anti-voto inutil” visse que o seu voto debidamente marcado cae na bolsa de éstes votos sobrantes, estaria na situaçom de que a raçom que o levou a votar a um partido que nom o convence já nom serve, mas com o agravante de que os políticos de isse partido se ocuparam de ussar o seu voto para dizer “... e ademais subimos em votos!!!”. Pobre votante “anti-voto inutil!!!! nom só o seu voto resulta ser inútil a efeitos práticos se nom que se torna útil a efeitos perversos!!!.
Esto passa por nom tomarse a sério isso de que as “urnas som a expressom da vontade do povo”. Cada quem deveria de votar sempre o que considere máis próximo ás suas ideias. Nom facé-lo tem como consequência um bipartidismo que nom é outra cousa que a perpetuaçom no poder de uma oligarquia elitista.
Apanhados estamos.
11 febreiro 2009
08 febreiro 2009
De Protestas e Bilingüismos
Na delegación de Facenda da Corunha
- Boas, pode darme um modelo 300 para a declaración do IVE?
- Tenga.
- Perdoe, nom o tenhem em galego?
- Ay no, lo siento solo en castellano.
- Nom pasa nada, entendo perfeitamente o castelhano, só é que pensei que éramos bilingües.
__________________
No Registro Civil da Corunha.
- Boas, vinha a inscrever um nacemento.
- Bien, ¿que nació? ¿aquí en La Coruña?
- Sí sí na Corunha.
- …nacido en La Coruña…
- Perdoe, importarialhe cubri-lo em galego e ponher A Coruña, por favor.
- ¡¡Hay que ver como os poneis!!! Que más dará!!
- Pois isso, como dá igual, importaria-lhe ponhe-lo em galego, por favor?.
________________________________
Na livraria do centro asociado da UNED em Corunha.
- Boas, lim na página web que agora também se podia acceder em galego aos recursos da livraria, é certo?
- No bueno, en realidad lo que pone es que se puede usar en gallego.
- E isso quer dizer que me podem dar os apontamentos em galego?
- No hombre! eso quiere decir que si quieres te hablo en gallego.¿Quieres?
- Nom fai falta. Só era umha pregunta. Gracias.
____________________________
Por outra parte nom coñeço nem um só neno que entre na escola sendo castelán-falante e que saia sendo galego-falante. Sem embargo ao contrario nom é que conheça um ou dous casos, é que TODOS, absolutamente TODOS os nenos que eu conheço que entrarom na escola sendo galego-falantes ao cabo de un ano som castelam-falantes. Nom parece que lhes imponham muito galego nas aulas…
______________________________
Passoume (pásame) todo isto e nom protestei. Pero ao melhor deberia facé-lo.
A mim me parece que o galego tem umha forma mui rara de imponher-se em Galiza. Pero se Rosa Díez também o di por algo será….
- Boas, pode darme um modelo 300 para a declaración do IVE?
- Tenga.
- Perdoe, nom o tenhem em galego?
- Ay no, lo siento solo en castellano.
- Nom pasa nada, entendo perfeitamente o castelhano, só é que pensei que éramos bilingües.
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No Registro Civil da Corunha.
- Boas, vinha a inscrever um nacemento.
- Bien, ¿que nació? ¿aquí en La Coruña?
- Sí sí na Corunha.
- …nacido en La Coruña…
- Perdoe, importarialhe cubri-lo em galego e ponher A Coruña, por favor.
- ¡¡Hay que ver como os poneis!!! Que más dará!!
- Pois isso, como dá igual, importaria-lhe ponhe-lo em galego, por favor?.
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Na livraria do centro asociado da UNED em Corunha.
- Boas, lim na página web que agora também se podia acceder em galego aos recursos da livraria, é certo?
- No bueno, en realidad lo que pone es que se puede usar en gallego.
- E isso quer dizer que me podem dar os apontamentos em galego?
- No hombre! eso quiere decir que si quieres te hablo en gallego.¿Quieres?
- Nom fai falta. Só era umha pregunta. Gracias.
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Por outra parte nom coñeço nem um só neno que entre na escola sendo castelán-falante e que saia sendo galego-falante. Sem embargo ao contrario nom é que conheça um ou dous casos, é que TODOS, absolutamente TODOS os nenos que eu conheço que entrarom na escola sendo galego-falantes ao cabo de un ano som castelam-falantes. Nom parece que lhes imponham muito galego nas aulas…
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Passoume (pásame) todo isto e nom protestei. Pero ao melhor deberia facé-lo.
A mim me parece que o galego tem umha forma mui rara de imponher-se em Galiza. Pero se Rosa Díez também o di por algo será….
04 febreiro 2009
01 febreiro 2009
Dime quem fala e te direi o que escoito...
A formação de capital financeiro define uma etapa crucial do capitalismo na que é promovida, como nunca se fizera antes, a fusão entre a banca eo capital industrial. Assim, a indústria passa a ser controlada pelos altos estamentos financeiros, o que provoca uma inevitável tendência para a concentração que implica, em primeiro lugar, a eliminação da concorrência entre si e, por outro lado, a absorção ou a destruição de empresas ou sectores mais fracos. De esta maneira, o capitalismo passa de ser um sistema de concorrência a um sistema de monopólio.
Se isto o tivera dito Joseph Stiglitz, o premio Nobel de Economia, numa conferência na Universidade Complutense de Madrid há poucos dias, todos os jornais económicos dariam conta do acertado da sua análise nos tempos de crise nos que andamos. Mas resulta que isto foi dito há case 100 anos por um tal Vladimir Ilich Uliánov, que já então definiu o que seria a globalização de hoje quase exactamente.
Se escuitasemos o qué se di em vez de quem o di teriamos aforrado muito tempo, muitas guerras e muitas mortes. No fondo não pode ser tão difícil ponher-se de acordo. Nem sequer para Stiglitz e Lenin
30 xaneiro 2009
25 decembro 2008
15 decembro 2008
Armas químicas de destruição em massa
Bush vem de verificar em primeira mão que havia armas no Iraque. Que nom eram exatamente nenhuma arma de destruição em massa? Acordado. Mas, podem ter a certeza de que a partir de agora, o Pentágono acrescentará os fungos nos pés no seu catálogo de armas bacteriológicas.
Mas aquilo que realmente me preocupa é que a CIA será dada por retaliar contra nós pola relação que tem com o ataque a Bush o governo de Zapatero. Relação muito mais evidente que a que mantinha Saddam Husseim com Osama BinLaden.
Mas aquilo que realmente me preocupa é que a CIA será dada por retaliar contra nós pola relação que tem com o ataque a Bush o governo de Zapatero. Relação muito mais evidente que a que mantinha Saddam Husseim com Osama BinLaden.
No entanto, Bush segue a liberar iraquianos....
09 decembro 2008
De lo humano y lo entrañable.
Este año las fiestas de Navidad serán más entrañables que nunca. No porque las vayamos a vivir con un recogimiento especial o porque Papa Noel haya conseguido contagiarnos ese optimismo suyo, hou hou hou, tan pirateado por Zapatero. Las fiestas serán entrañables porque, al coincidir con época de crisis, nos van a sacar hasta las entrañas.
Cada español de las Españas se gastará de media casi 900 € en gambas, perfumes, barbies y micromachines de la más variada especie. Pero ya se sabe que a las medias se le aplica aquello de lo del pollo, que si tu te comes uno y yo ninguno resulta que nos hemos comido medio pollo cada uno. Con esto igual.
El dia 24 de diciembre el tamaño de las colas del paro será inversamente proporcional al de las colas de El Corte Inglés y directamente proporcional a las del Lidl. Pero nadie dejará de comprar.
Cada español de las Españas se gastará de media casi 900 € en gambas, perfumes, barbies y micromachines de la más variada especie. Pero ya se sabe que a las medias se le aplica aquello de lo del pollo, que si tu te comes uno y yo ninguno resulta que nos hemos comido medio pollo cada uno. Con esto igual.
El dia 24 de diciembre el tamaño de las colas del paro será inversamente proporcional al de las colas de El Corte Inglés y directamente proporcional a las del Lidl. Pero nadie dejará de comprar.
Hoy le he hecho un espada de madera a mi hijo. Está contentísimo...
20 novembro 2008
Pornografía infantil
¿Qué clase de animal es capaz de usar a sus crías como objetos sexuales?
“angels”, “lolitas”, “boylover”, “preteens”, “girllover”, “childlover”, “pedoboy”, “boyboy”, “fetishboy” o “feet boy”
“angels”, “lolitas”, “boylover”, “preteens”, “girllover”, “childlover”, “pedoboy”, “boyboy”, “fetishboy” o “feet boy”
18 novembro 2008
"Tu lo leiste en el periódico pero yo estaba alli"
Los datos del paro en España en época de crisis son escalofriantes. Como la precariedad laboral y la temporalidad es tan alta, el despido es gratuito en un gran porcentaje de los casos. Es un tópico, pero no por ello menos cierto, que siempre pagan los mismos los platos rotos. Y así los que justifican las grandes ganancias de los empresarios en que "ellos son los que arriesgan" se quedan en estos tiempos sin argumentos. A no ser que consideren que el que nada tiene nada arriesga, pero ni así.
A mi entender, esta escena de "Los Lunes al Sol" que os dejo aquí resume la situación que se va a a encontrar mucha gente. Y lo hace mucho mejor que cualquier análisis del G20 o de los periodistas especializados en asuntos económicos. Estos últimos están casi todos contagiados por la "lógica" del sistema liberal y son los mismos que aventuraban, ingenuos, que la reunión de Washington se podría comparar a la de Bretton Woods. Vistas algunas cosas de las publicadas, no me extrañaría nada que la frase "Tu lo leíste en el periódico pero yo estaba allí" acabe por convertirse para mucha gente en un axioma: "si lo pone el periódico, desconfía".
A mi entender, esta escena de "Los Lunes al Sol" que os dejo aquí resume la situación que se va a a encontrar mucha gente. Y lo hace mucho mejor que cualquier análisis del G20 o de los periodistas especializados en asuntos económicos. Estos últimos están casi todos contagiados por la "lógica" del sistema liberal y son los mismos que aventuraban, ingenuos, que la reunión de Washington se podría comparar a la de Bretton Woods. Vistas algunas cosas de las publicadas, no me extrañaría nada que la frase "Tu lo leíste en el periódico pero yo estaba allí" acabe por convertirse para mucha gente en un axioma: "si lo pone el periódico, desconfía".
16 novembro 2008
O problema segundo o G20
Ponto 12 da declaração do encontro do G-20 em Washington:
Efectivamente, parece que não leram bem o enunciado do problema.
12. We recognize that these reforms will only be successful if grounded in a commitment to free market principles, including the rule of law, respect for private property, open trade and investment, competitive markets, and efficient, effectively regulated financial systems. These principles are essential to economic growth and prosperity and have lifted millions out of poverty, and have significantly raised the global standard of living. Recognizing the necessity to improve financial sector regulation, we must avoid over-regulation that would hamper economic growth and exacerbate the contraction of capital flows, including to developing countries.A estas alturas, com os objectivos do milénio (pdf) cada vez mais longe, com a saúde do planeta a ponto de dizer "basta", e com case 900.000.000 pessoas passando fome, assegurar que o que se leva fazendo até agora "tirou da pobreza a milhões de pessoas e elevou a qualidade de vida global" é, quando menos, cínico. Parece que o único problema para o G20 é regular o mercado financeiro, o resto funciona divinamente.
Efectivamente, parece que não leram bem o enunciado do problema.
14 novembro 2008
Que solução encontraram?
Um comboio de 70 metros de comprimento sae de Madrid para Santiago de Compostela com uma velocidade média de 105 km /h. Duas horas depois, um outro comboio, este de 105 metros, sae de Madrid em direcção a de Santiago com uma velocidade média de 103 km / h.
Na altura em que se cruzem as máquinas de ambos os trens, qual estará mais perto de Santiago?
Um professor que tive na EGB, a quem estou muito agradecido, acostumava plantexar esta questão na aula para mostrar a tendência que temos de procurar soluções complexas para os problemas simples, ademais das complicações que traz não ler bem o enunciado de um problema. A maioria dos alunos, efectivamente, tratava demonstrar o seu conhecimento usando a pilha de informação que estava disponível em cálculos complexos que não deixariam a ninguém qualquer dúvida sobre a sua capacidade matemática. A solução não precisava de nada de isso, só havia que fixar-se em qual era o problema e a solução viria por si só: os dous comboios estariam á mesma distância de Santiago.
Éramos apenas estudantes do EGB, mas este fim de semana vai reunir uma grande quantidade de espabilados para refundar o capitalismo. Sem embargo, o problema é que metade do mundo morre de fome.
08 novembro 2008
Cámaras, luces, Obama!!!
Jose Luis Barreiro tem razão quando diz que Obama não trouxe mudanças, mas foram as mudanças as que trouxeram Obama. A sociedade americana teve tempo para se preparar para este salto, só faltava um bom candidato e Obama, sem dúvida, foi.
Ignacio Ramonet, em seu livro "Propagandas Silenciosas", faz uma análise perfeita da forma como a indústria cinematográfica americana e a moral dos americanos estão intimamente relacionadas. Tanto assim que quase se pode saber o que vai acontecer com os E.U. com apenas botar uma olhadela para a carteleira do cinema. Ninguém sonda tão bem o estado de ânimo dos americanos como os produtores de filmes de Hollywood. E a campanha desenvolvida pola equipa de Obama tivo bastante de Hollywoodiense: um grande orçamento ao serviço de um bom guión, um bom director e um bom intérprete.
Os actores negros foram gradualmente fazendo papéis principais (antes eram apenas secundárias) até que Morgan Freeman acabou como presidente dos Estados Unidos da América em 1998 no filme "Deep Impact". Quatro anos depois, Denzel Washington e Halle Berry recolheram os Oscars de melhor actor e actriz principais, respectivamente. O cinema, entre outras coisas, foi preparando progressivamente ao grande público americano para ver heróis e líderes negros.
Agora, as irmãs Willians deslumbram no circuito de ténis feminino, o melhor jogador de golf do momento e o campeão do mundo de Fórmula 1 também são negros. Todas elas disciplinas reservadas "tradicionalmente" aos brancos.
Temos que estar atentos por se se estreia qualquer filme com uma presidenta dos Estados Unidos. Se eu fosse Hillary, teria deixado muito mais cedo as primárias e teria o meu próprio dinheiro gasto para produzir um bom filme no qual uma mulher salvara o mundo desde o seu posto no escritório oval.
No entanto, esperemos que Obama acabe os seus mandatos (em plural) justificando todas as esperanças que se depositaram em el.
Ignacio Ramonet, em seu livro "Propagandas Silenciosas", faz uma análise perfeita da forma como a indústria cinematográfica americana e a moral dos americanos estão intimamente relacionadas. Tanto assim que quase se pode saber o que vai acontecer com os E.U. com apenas botar uma olhadela para a carteleira do cinema. Ninguém sonda tão bem o estado de ânimo dos americanos como os produtores de filmes de Hollywood. E a campanha desenvolvida pola equipa de Obama tivo bastante de Hollywoodiense: um grande orçamento ao serviço de um bom guión, um bom director e um bom intérprete.
Os actores negros foram gradualmente fazendo papéis principais (antes eram apenas secundárias) até que Morgan Freeman acabou como presidente dos Estados Unidos da América em 1998 no filme "Deep Impact". Quatro anos depois, Denzel Washington e Halle Berry recolheram os Oscars de melhor actor e actriz principais, respectivamente. O cinema, entre outras coisas, foi preparando progressivamente ao grande público americano para ver heróis e líderes negros.
Agora, as irmãs Willians deslumbram no circuito de ténis feminino, o melhor jogador de golf do momento e o campeão do mundo de Fórmula 1 também são negros. Todas elas disciplinas reservadas "tradicionalmente" aos brancos.
Temos que estar atentos por se se estreia qualquer filme com uma presidenta dos Estados Unidos. Se eu fosse Hillary, teria deixado muito mais cedo as primárias e teria o meu próprio dinheiro gasto para produzir um bom filme no qual uma mulher salvara o mundo desde o seu posto no escritório oval.
No entanto, esperemos que Obama acabe os seus mandatos (em plural) justificando todas as esperanças que se depositaram em el.
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